“Você não precisa de um estômago liso para ser bonita.”
“Porque amor é justamente isso, é ficar inseguro, é ter aquele medo de perder a pessoa todo dia, é ter medo de se perder todo dia. É você se ver mergulhado, enredado, em algo que você não tem mais controle.”
“Vence quem passa por essa vida rindo. E se o preço que se paga por ser um pouco feliz é ser um pouco idiota, dane-se.”
“Eu gosto do silêncio e da ausência, simplesmente, porque sei me virar melhor assim. Levanto, tropeço nos meus próprios pés, mas logo depois, percebo que sei todos os passos da dança. E eu nem precisei ensaiar. Sem pensar muito, concluo que isso deve ser instinto de sobrevivência e não consigo achar a parte ruim de ser fechada e sozinha.”
“Nunca confessei abertamente o meu amor, mas, se é verdade que os olhos falam, até um idiota teria percebido que eu estava perdidamente apaixonado.”
“Hoje eu sou assim, estranha e engraçada. Falo besteira o dia todo, faço todo mundo rir, imito os outros, uso roupas estranhas, tenho estranhas constatações a respeito da vida. Faço caretas ridículas, posso deixar de ser fina num segundo se falar escatologias ou falar putarias for divertir uma mesa qualquer de amigos. Mas de verdade eu só queria que alguém falasse para mim: ei, você é bonita, para de se expor tanto, pode ficar quietinha, pode fechar o decote, pode parar com esse riso nervoso, tô reparando em você, você é bonita. Traumas de adolescência são uma merda.”
“Lágrimas não foram o suficiente. E então, arrancaram-me o coração, alma, sangue e paz.”
“Aqueta alma, aqueta, tem muita saudade lá fora pra sair.”
“Amargo demais, cansa.
Doce demais, enjoa.
Como faz?”